quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Nós


Minha alma
.........atada à tua
..................com nó de marinheiro
não esperava
.........perder-te no nevoeiro.















versos e imagem por Eduardo Trindade

17 comentários:

Aмbзr Ѽ disse...

a perda é algo que ninguem espera mesmo.

divinos, teus posts.

http://terza-rima.blogspot.com/

Ariane Rodrigues disse...

As vogais fechadas do último verso contrastam bem com as abertas dos outros versos, causando uma sensação de perda sonora...Não sei se intencional ou intuitivo; de qualquer modo é brilhante, embora simples e contido.

Sentimentalidades-Todas disse...

Tempo de se permitir entender as perdas. Sorve-las... e se preparar para o novo que irremediavelmente vem.

Abraços, querido
Mônica

Karina Marques disse...

Excelentes, versos e imagem.

Lara Amaral disse...

Hum... bonito isso!

Beijo.

Andréa Mota disse...

o que seriam dos versos se não existisse o pesar (na mesma proporção que o amar)?

bonitos versos..


o/

Í.ta** disse...

excelente, eduardo!

preciso.

parabéns.

abraços.

Aline V. disse...

ah, voltei aqui esperando outro poema e ainda não tem!
será que meu comentário anterior não foi ou você ainda não aceitou?

Aline Veingartner disse...

Eu escrevi dizendo para me enviar um email e 'negociarmos' a troca dos livros! :)

Sidarta disse...

Alguém tem um ventilador portátil por aí?

Alice disse...

almas caladas
como o tempo
distantes de seus corpos.

:*

Raquel disse...

no fim das contas...até mesmo os nós tem a capacidade de desatarem-se...
bonitas palavras as tuas meu querido amigo. bjos

Moni. disse...

Daquelas coisas que não se prende...
Num piscar de olhos, viram fumaça no ar...

Belíssimo, Eduardo!
Adorei!

Ótima semana pra vc!

Beijos,
Moni

Andrea de Godoy Neto disse...

ah, mas esse nó de marinheiro....a gente perde, mas não desata.

belo!
beijos

Andréia Alves Pires disse...

Que coisa linda, guri! Lindo, lindo!

nydia bonetti disse...

Onde estão os faróis... belo poema, Eduardo! abraço!

Marina disse...

Quase tanta poesia no título quanto no poema. Poucas, mas belas palavras. Lindo demais.

Beijos, Eduardo.