quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Do viver impreciso

Amo o que me instiga. Se um livro me ameaçasse com sabedoria infinita, eu largaria o livro. Se me dessem a felicidade eterna, em busca de que eu correria todos os meus dias? Se me oferecesses um carinho inesgotável, eu o trocaria pela aventura de te reconquistar todos os dias. Solto tua mão para ver até onde vais, até onde vou, e fecho os olhos para adivinhar o gosto que terá nosso próximo beijo.



Texto e fotografia por Eduardo Trindade

6 comentários:

Marina disse...

Também amo o que me instiga. Por isso mesmo, acho que não largaria o livro se pudesse ler até o fim.

Ariane Rodrigues disse...

Me lembrou o "viver não é preciso"... A exatidão das coisas pode mesmo deixar tudo insípido...

Juliana disse...

Eu tb certamente sou adepta da incerteza. "Então me diz qual é a graça de já saber o fim da estrada quando se parte rumo ao nada?"

Abraço, Edu
:)

Anitha Rosenrot disse...

:´) Que lindo!

Sarinha disse...

"Solto tua mão para ver até onde vais, até onde vou, e fecho os olhos para adivinhar o gosto que terá nosso próximo beijo." Lindo. Gostei muito. Que belo blog!!!!!!!! parabéns!

Prisca, insana criança disse...

Já vim aqui outras vezes. E gosto muito de passar por aqui, mas esse texto foi tão incrível... que desta vez não pude deixar de comentar.
Você é a prova de que poucas sentenças são suficientes.