domingo, 23 de agosto de 2009

Quando


Carolina
todo dia
adia
o plano
de viver
o dia-a-dia.



por Eduardo Trindade,

lembrando, é claro, Chico Buarque:
O tempo passou na janela
e só Carolina não viu

11 comentários:

Marina disse...

Também lembrei da música, claro. Carolina é tudo o que eu não quero ser na minha vida.

Dani Santos disse...

adoro. as palavras que dançam feito música. leves e leves e fundas. como as horas a correr...

abraço grande pra ti, Eduardo...

que a canção se faça.
semana de ventos e flores novas...

raquel disse...

Carolina lembra também um pouco de cada um que em algum momento da vida deixou a vida passar...uma expectadora de sua própria vida.

Paula disse...

Será que todos não adiamos alguma coisa na nossa vida?
Adorei, fez-me reflectir.
Abraço!

Aмbзr Girℓ ⅞ disse...

versos cotidianos e em tom de lamento.

Blog Suicide Virgin

Aмbзr Girℓ ⅞ disse...

completando: algo belo, que pode passar a muitos olhos desatentos... assim como passa a vida.

bjs.

Juliana Lima disse...

profundo, simples e verdadeiro.
adoro!

beijos

Ariane Rodrigues disse...

Vim aqui dançar um pouco a tua valsa e que linda meloDIA nela está incluída. A voz explícita do Chico sempre fica, nunca finda... Abraço querido!

Azrael disse...

eu leio seu blog tem um tempo já
mas nunca comento...

mas hoje resolvi dizer que sou teu fã...que maestria tens ao seu escolher as palavras num acorde maravilhos de cada verso de teus textos...

Meire disse...

Hoje meu medo é menor.

Sidarta disse...

Êh, Carolina...

Uma bela síntese poética!